Observando este blog alguém poderia perguntar, "porque tanta atenção à Síria? (e depois Rússia)"
Simples:
- é o maior ataque físico contra a cristandade nos últimos tempos (incluindo o Iraque);
- é o maior risco de eclosão de uma nova guerra mundial (e de fato, com o planejado ataque dos EUA contra Síria, impedido pela Russia, os EUA mudaram de planos e agora desestabilizam diretamente a Ucrania, quintal da Rússia);
- é um dos últimos países que resistem contra uma nova ordem mundial sem Deus (http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/01/comentario-eleison-numero-cccxxxix-339.html );
- é notavelmente um dos pontos (junto agora com Ucrânia e Gaza) de maiores pecados contra o Oitavo Mandamento, por parte da maioria da mídia (pecado grave que coloca em risco a salvação de muitos jornalistas).
Nota - os textos em itálico acima foram incluídos em 15/8/14.
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Mega-Evento que disparará una amplia guerra mundial?
Enrique Romero y Adrian Salbuchi analizan las dos principales noticias de la semana:
(00:56) PALESTINA: Nuevo ataque militar genocida de Israel contra Palestina
(31:57) "ISIS" - El nuevo "Al-Qaeda" será el próximo "atacante" de bandera falsa...
(33:07) EL PROXIMO MEGA-ATAQUE DE BANDERA FALSA SOBRE NUEVA YORK?
(38:20) PROPAGANDA ISRAELI... Corto grotesco...
(47:35) VLADIMIR PUTIN: Hueso Duro de Roer para blas potencias occidentales
(51:03) MALASIAN AIRWAYS: ataque con misiles derribó otro Boeing 777
¿Son estos los prolegómenos de un Mega-Evento que disparará una amplia guerra mundial?
https://www.youtube.com/watch?v=XGDJd0keORk
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Jon Stewart aprende o que acontece quando você critica Israel
[ ou quando você apenas menciona "Israel"... um pouco de humor, no meio da tragédia... ]
Jon Stewart Learns What Happens When You Criticize Israel
https://www.youtube.com/watch?v=hrlUzkd8Z8g#t=49

fonte: http://inacreditavel.com.br/wp/em-gaza-e-como-pescar-com-dinamite/
Jon Stewart Learns What Happens When You Criticize Israel
https://www.youtube.com/watch?v=hrlUzkd8Z8g#t=49
fonte: http://inacreditavel.com.br/wp/em-gaza-e-como-pescar-com-dinamite/
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Pepe Escobar: Tabuleiro de xadrez encharcado de sangue

Assim como Bashar al-Assad na Síria jamais teve motivo algum para “matar o próprio povo com gás venenoso” – como pretendia a narrativa histérica naqueles dias – os federalistas da Ucrânia Leste não têm motivo algum para derrubar um avião de passageiros. E, assim como Washington não dá a mínima para o massacre de civis em curso em Gaza, Washington tampouco dá a mínima para os mortos civis do voo MH17. A única obsessão dos EUA é forçar os europeus a aplicar sanções, se possível, sanções mortais, contra a Rússia. Tradução: aos EUA só interessa quebrar a integração comercial e geopolítica Europa-Rússia.
http://redecastorphoto.blogspot.com.br/2014/07/pepe-escobar-tabuleiro-de-xadrez.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+redecastorphoto+(redecastorphoto)
segunda-feira, 21 de julho de 2014
A Palestina abandonada pela comunidade internacional.
Ao pretender combater o Hamas, Israel está a matar numerosos civis inocentes e esta punição colectiva é considerada, pelo direito internacional, como um crime de guerra.
http://octopedia.blogspot.com.br/2014/07/a-palestina-abandonada-pela-comunidade.html
quinta-feira, 17 de julho de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Nazemroaya: The Caliphate that the ISIL Supports is a US Project
[ serve como resposta ao post anterior, com a pergunta de Guga Chacra ]
sábado, 28 de junho de 2014
Qual a lógica de Obama treinar rebeldes na Síria se muitos deles são terroristas do ISIS?
http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/qual-a-logica-de-obama-treinar-rebeldes-na-siria-se-muitos-deles-sao-terroristas-do-isis/
[ Vamos tentar responder: Porque na verdade ele (representando eua-otan-israel-petromonarquias) quer mesmo é treinar o ISIS, ou seja, treinar terroristas para criar o caos nesta área do oriente-médio e enfraquecer e balcanizar Iraque > Síria > Irã, e com fortes efeitos na Rússia também. ]
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Você é cúmplice de crimes hediondos?
Unless American citizens become aware of the US immoralities against humanity and oppose those crimes in some fashion, they will indeed continue to be complicit in monstrous criminality.
http://www.veteranstoday.com/2014/06/27/are-you-complicit-in-heinous-crimes/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=are-you-complicit-in-heinous-crimes
[ Incluo todo o ocidente nesta cumplicidade ao nem se esforçar em perceber as mentiras e omissões da mídia corrupta. Muitos elogiam o Boechat, eu inclusive, mas quero ver onde estaria se falasse a verdade sobre Líbia, Iraque, Síria, ]
sábado, 21 de junho de 2014
Guerra contra a Síria: portões de entrada para a 3GM
https://docs.google.com/file/d/0Bzf5hXPESLSdbTd0V2dIY3hvVGM/edit?usp=drive_web&urp=http://landdestroyer.blogspot.com.br/p/war-on-syri&pli=1
“There is another type of warfare—new in its intensity, ancient in its origin—war by guerrillas, subversives, insurgents, assassins; war by ambush instead of by combat, by infiltration instead of aggression, seeking victory by eroding and exhausting the enemy instead of engaging him. It preys on unrest.”
John F. Kennedy
35th President of the United States
terça-feira, 17 de junho de 2014
O exército sírio de Assad retoma o controle do Kessab. Igrejas armenas profanadas pelos terroristas pagos pelo ocidente.
[ AVANTE EXÉRCITO SÍRIO! VIVA ASSAD! VERGONHA JORNALISTAS OCIDENTAIS! EM SUAS MENTIRAS E SILENCIOS. VENDERAM SUAS ALMAS, JÁ SABEM SEU DESTINO. ]
http://oraprosiria.blogspot.com.br/2014/06/lesercito-governativo-riprende-il.html


http://oraprosiria.blogspot.com.br/2014/06/lesercito-governativo-riprende-il.html


terça-feira, 10 de junho de 2014
Os Cruzados da Síria
[ defendendo a cristandade dos ataques do terrorismo financiado por EUA/Otan/Israel/Petromonarquias e ajudado pela apatia e cumplicidade da cristandade do ocidente podre]
"Meglio Assad di Al Qaida"
“Guarda le cupole delle chiese, là su tetti e facciate non è rimasta in piedi una sola croce. Le hanno abbattute una ad una non appena sono arrivati qui . Ma ora non potrà più succedere. Gli emiri del Golfo che li pagano ora devono fare i conti con i nostri kalashnikov. Distruggere le pietre è facile, distruggere l’uomo cristiano è impossibile”.
http://www.ilgiornale.it/news/esteri/siria-i-crociati-malula-1026022.html
http://www.ilgiornale.it/gallery/malula-villaggio-simbolo-cristianit-siria-1026054/19.html
domingo, 8 de junho de 2014
Soberania territorial brasileira ameaçada
Se a presidenta DILMA ROUSSEFF não denunciar a convenção da ONU/OIT n⁰ 169 até 24 de julho próximo seremos divididos por 216 nações independentes?
http://desatracado.blogspot.com.br/2014/06/soberania-territorial-brasileira.html
quarta-feira, 4 de junho de 2014
S.A.R. Don Sixto Enrique de Borbón: amo a Rusia
S.A.R. Don Sixto Enrique de Borbón, heredero legítimo del trono español, es hombre de convicciones profundas. Firme defensor de la tradición católica, es por completo ajeno a la imagen que esta época desarraigada quiere dar de la nobleza en general y de los príncipes en particular. Ligado a las principales dinastías de Europa, viajero infatigable, enrolado primero en la legión española y luego en el ejército portugués en Angola, S.A.R. Don Sixto Enrique conoce de cerca la política, es un conferenciante de reconocido prestigio y un consejero escuchado que se ha encargado muchas misiones de mediación en numerosos países.
Señor ¿qué os une a Rusia? ¿Por qué os
interesa?
¡Miguel Strogoff! Desde que de pequeño leí Miguel
Strogoff, amo a Rusia – y eso que Julio Verne nunca estuvo en Rusia. A partir de
esa lectura, he intentado hacer más profunda mi simpatía. Hoy tengo muchas
razones para amar a ese gran país: por su extensión, su espacio inmenso (con
Siberia, por supuesto); por la cualidad intrínseca de una población, que tras 70
años de comunismo ha vuelto a su espiritualidad de otro tiempo; por las reservas
minerales, que son riquezas importantes todavía no verdaderamente utilizadas,
pero que le garantizan una independencia verdadera; por sus tradiciones
nacionales: la iglesia, el recuerdo de la familia imperial. En su población
subsiste un instinto natural de resistencia que nosotros hemos perdido.
Es interesante observar cómo las reflexiones, los
comentarios, los análisis de la prensa y de los medios occidentales, que eran
muy amistosos con el régimen soviético, han dejado de serlo por completo, ahora
que la libertad ha vuelto a Rusia; y se han vuelto, por el contrario,
humorísticos, sarcásticos, calumniosos… Incluso se nos vuelve a hacer la broma
de mal gusto de la supuesta guerra fría, que fue de una invención no menos
artificial que la primavera árabe de hoy en día: en realidad, el capitalismo
occidental se beneficiaba de la presencia del régimen soviético, que le evitaba
tener que competir con una Rusia reencontrada y reconstituida.
Es una vieja historia que se remonta a antes de
la Primera Guerra mundial: hacía 1900, Inglaterra observó que había dos países
que desarrollaban una dinámica industrial muy importante: la Alemania de
Guillermo II y la Rusia de Nicolás II con su notable primer ministro, Stolypine.
Si dejaba que esta dinámica industrial siguiera adelante en estos países, sus
nuevas industrias exportarían sus productos por todas partes del mundo, haciendo
la competencia al comercio inglés, y se verían empujados a desarrollar una
marina comercial competente, que también competiría con la marina comercial
británica. Inglaterra no quería en modo alguno esta competencia, y por ello
deseó la guerra y hasta la provocó en cierto sentido – incluso si el elemento
desencadenante de este conflicto, urdido mucho antes, fue, como es sabido, el
asesinato del archiduque austriaco Francisco-Fernando. La estrategia inglesa
consistió en crear una tensión cada vez más fuerte entre Alemania y Rusia para
empujarles a la guerra. Conocida es la monstruosa matanza que resultó de ello,
un genocidio dictado por intereses menos estratégicos que económicos. En Rusia,
la revolución, resultado de la guerra, tomó el poder en 1917, con el apoyo de
las finanzas y de los grandes bancos occidentales, y se impuso el régimen
soviético que produjo los horrores de todos conocidos. Rusia también ha sido
martirizada en beneficio de una estrategia internacional, financiera y
totalmente inhumana.
Casi un cuarto de siglo después del fin de la
unión soviética ¿qué cambios se han producido?
Yo no esperaba que el régimen soviético hiciera
implosión tan pronto como lo hizo, fue una buena sorpresa. Pero después de 70
años de aplastamiento psicológico sufrido por tres generaciones, Rusia ha
encontrado milagrosamente un renacimiento espiritual impresionante. En el
ejército, ningún regimiento emprende la marcha hacia el Caúcaso sin que le
acompañe un capellán. En todas partes las iglesias se reconstruyen y en su
interior se juntan todas las generaciones sin distinción. Amo esa iglesia
ortodoxa, magnífica, con los coros más bellos que quepa encontrar y ¡ese fervor!
El país reencuentra sus virtudes iniciales y su poder internacional, no
solamente político y estratégico, sino también económico y comercial.
Esta Rusia, que conocí en la época soviética, hoy
la he vuelto a encontrar, pero liberada, y la miro con una simpatía tanto más
grande cuanto su voluntad de mantener su independencia nos ayudará a nosotros
mismos a reencontrar nuestra propia independencia amenazada por la penetración
anglosajona. Por eso, cuando voy a Rusia intento hacer ver a los rusos que no
respondemos a la idea que la estrategia de nuestros gobiernos podría dar de
nosotros.
A Vladimir Putin se le señala hoy con el dedo
como al lobo feroz de Europa. Procedente en su origen del KGB, y más tarde
consejero de Boris Eltsine, ha dirigido la Seguridad Pública antes de presidir
el gobierno de Rusia y luego la Federación Rusa. Ha devuelto a su país el rango
de gran potencia ¿Ha restaurado Rusia?
Al menos la está restaurando. En cuanto a su
recorrido vital, el KGB era el equivalente de la ENA en Francia; la élite del
país tenía que pasar por él. Putin pasó, pues, por el KGB, y después recibió el
apoyo del alcalde de San Petersburgo, Sotchak, que lo descubrió, con mucha
penetración y psicología, y le ayudó mucho en su promoción primero en San
Petersburgo y después en Rusia. Es el único que, en razón de su carácter, y de
la importancia de su país puede poner en jaque, gracias a la firmeza de su
postura, la comunicación y la complicidad americana y europea, mezcla de
liberalismo y de socialismo.
Mi único temor se centra en el perfil de su
primer ministro, cuando veo el papel menos positivo que juega. En la época de la
guerra de Libia, Medrvedev, que por entonces era Presidente, se mostró abierto a
las sugerencias de los diferentes grupos internacionales, como la comisión
trilateral, Paneuropa, el Bilderberger, etc.
¿No se debe esto a un reparto de papeles con
Putin?
Oficialmente, sí.
¿Qué incita a los europeos desear la picota
para Putin?
La Unión Europea es un engendro completamente
artificial; ha hecho creer a cada una de las naciones adheridas a ella, que, por
su virtud, los europeos serían más competitivos en comparación a los Estados
Unidos. Lo que se ha producido ha sido exactamente lo contrario. Al introducir a
Inglaterra hemos instalado el caballo de Troya americano en Europa. Es evidente
que el mundo anglosajón, Inglaterra o Estados Unidos, no puede aceptar de
ninguna manera que el mundo tal como lo concibe no obedezca a sus normas, a sus
reglas. Y Rusia es el único país que actualmente puede permitirse esta
excepción, esta reacción -quizá con Hungría, cuyo primer ministro me resulta muy
simpático.
Tras la vuelta de Crimea al seno de Rusia, el
discurso occidental da a entender que Vladímir Putin no va a pararse ahí.
¿Creéis que tenemos que vérnoslas con una Rusia “imperialista”?¿Qué otra
política podría hacerse por relación a ese país, fuera de la que actualmente se
lleva a cabo?
¡Simplemente, reconocer a Rusia sus fronteras
históricas! Hay que redefinir geográficamente Ucrania, que carece de unidad: su
parte oeste, desde el Dniéper, ha estado bajo el control austriaco durante mucho
tiempo y se llamaba la Galicia. Su población era uniata, convertida al
catolicismo, y siempre han existido tensiones entre los uniatas y los ortodoxos
tradicionales. Por el contrario, la Ucrania oriental siempre ha sido rusa. Es
incluso la matriz de Rusia: el gran príncipe Vladimir partió de Kiev para fundar
Moscovia. Entre Rusia y esta Ucrania oriental hay una unión completa bajo todo
punto de vista. Crimea, incorporada por Catalina II y Potemkin en el siglo
XVIII, sigue siendo el principal pulmón de Rusia en el mar negro.
Cuando a Kruschtchev, que era ucraniano, se le
ocurrió dar una autonomía a Ucrania, pretendía obtener dos representantes de la
Unión Soviética en la ONU: Rusia y Ucrania. Era un pretexto evidentemente
artificial, pero que interesaba a los soviéticos en aquella época. Ahora eso se
ha vuelto contra Rusia. Las protestas de los países, que aparentan revestirse de
virtud ultrajada porque Rusia recupera sus posiciones históricas y naturales,
son inaceptables y en particular la de los Estados Unidos que, en otro tiempo,
¡invadieron Nuevo Méjico, Arizona y California, y atacaron a España en 1890 para
hacerse con Cuba y Filipinas!
También se puede evocar el problema en Moldavia y
Transnistria, territorio cuya población actual está casi únicamente compuesta
de rusos que fueron deportados allí por Stalin, según creo, y que quieren ser
reconocidos como rusos. No hay que olvidar, en todo caso, que en la capital
ucraniana de Kiev se encuentra el “vaticano ortodoxo”: un soberbio conjunto de
catedrales e iglesias donde se recoge verdaderamente toda la historia de la
ortodoxia rusa.
http://www.carlismo.es/?p=3958
http://lastrincherasdefuenteovejuna.blogspot.com.br/2014/06/sar-don-sixto-enrique-de-borbon-la.html
terça-feira, 3 de junho de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Ex embajador francés: ¡Basta de mentiras sobre Siria!
[ SINCERA MENSAGEM AO OCIDENTE PODRE ]

Siria está enfrentando una guerra bárbara, cruel e implacable: 150 000 muertos, cientos de miles de heridos, millones de desplazados y de refugiados (1 de cada 3 sirios se halla en una de esas dos últimas situaciones), destrucción de casas, de escuelas, de hospitales, de fábricas, de infraestructuras, saqueo del patrimonio arqueológico y cultural.
La oposición supuestamente pacífica, a la que aportan su respaldo nuestros dirigentes [occidentales y franceses] y sus amigos islamistas de Turquía, de Arabia Saudita y Qatar, logró por mucho tiempo mantener una ilusión y disimular su enorme responsabilidad en ese balance.
Ahora que comienzan a soltarse las lenguas nadie puede seguir ignorando que la llamada oposición recurrió a las armas sin esperar a verse sobrepasada por los salvajes yihadistas que estamos viendo en acción desde hace 2 años. Esa llamada oposición ya había recurrido a la provocación así como a la violencia y el terrorismo desde los primeros días de la crisis. Es imposible ver, por consiguiente, qué la predestinaba a convertirse en legítima representante del pueblo sirio. Pero así lo decidieron los sutiles personajes que nos gobiernan, creyéndose que son los dueños del mundo. Y van incluso más lejos aún en materia de cinismo al mantener el silencio sobre los horrores perpetrados por los yihadistas moderados y los terroristas demócratas y atribuir al «régimen» la responsabilidad por el calvario que hoy viven los sirios.
Pero los sirios, en su gran mayoría –y basta con oír los innumerables testimonios para convencerse de ello– sólo ven una solución para salir de este infierno: el ejército nacional, cuya intervención –digan lo que digan los tramposos que disimulan las verdades incómodas– es deseada y no temida, representa la única esperanza de salvación. El Ejército Árabe Sirio, que se compone de reclutas, simboliza la unidad de la nación. Junto al presidente Bashar al Assad, el ejército nacional sirio es la garantía de la perennidad del Estado y sus instituciones.
Los pobladores de los barrios afectados por la desgracia de la revolución «revolución» establecen espontáneamente la diferencia entre el ejército regular y los salvajes mercenarios que pretenden imponerles una ley de otros tiempos y no hay fotos. Cuando hacen fotos es para inmortalizar la acogida que dispensan a los soldados que los liberan de los supuestos «libertadores», como sucedió recientemente en Homs.
El engaño ha durado demasiado tiempo. Hay que dejar de mentirle a los franceses y abandonar la defensa de una causa indefendible. Francia, que ya participó activamente en el desmantelamiento de Libia, no puede seguir siendo cómplice de la destrucción de Siria, no puede seguir respaldando en Siria a los terroristas que dice combatir en África, no puede perseguir al Boko Haram en Nigeria e ignorar el martirio que sus amigos yihadistas infligen a la ciudad siria de Alepo. Esta esquizofrenia es simplemente indecente.
Alepo es un caso digno de estudio. Ya hace 2 años que la capital económica de Siria se halla bajo asedio y parcialmente ocupada por una «revolución armada» cuya defensa no puede asumir ninguna persona decente. La población de Alepo está siendo castigada porque no aceptó sumarse a la «revolución».
Con abierto y fuerte respaldo de un régimen turco que se ha quitado la máscara y perdido la razón, yihadistas, terroristas y mercenarios –que a menudo provienen del Cáucaso y del Asia Central– se esfuerzan por quebrar la resistencia de la población de Alepo. Ahora sabemos que las «grandes democracias» no son muy escrupulosas en la selección de sus aliados y ya puede comprobarse que ni siquiera dudan en presentar la yihad como una guerra por la libertad y los derechos humanos (y/o de la mujer).
«Los muchachos de “Frente al Nusra”», sucursal de Al Qaida en la región, «están haciendo un buen trabajo», según se atrevió a decir un ministro (francés de Relaciones Exteriores) que quedará en los anales. Esta fina observación, que pudiéramos entender cuando más en boca de algún «analista» de mostrador de bar, suena bastante inapropiada en boca del jefe de la diplomacia de una «gran democracia» que se pasa la vida dando lecciones a otros países.
«No lo sabíamos», dirán los mismos que nunca han querido saber. Esa frase nos trae muchos recuerdos.
¿Saber qué? ¿Que los habitantes de Alepo están siendo sistemáticamente víctimas del hambre y la sed que les imponen los rebeldes que los usan como rehenes y sus padrinos turcos, igualmente promotores del saqueo y del robo a Siria de fábricas enteras (trasladadas a Turquía)? ¿Que los habitantes de Alepo están siendo privados de agua potable, de electricidad, de alimentos, de medicinas por capricho de sus «libertadores» sin que la famosa «comunidad internacional» (que reúne a los europeos y estadounidenses del Eje del Bien) diga ni una sola palabra –parece que está enteramente dedicada a la búsqueda de las escolares secuestradas en Nigeria.
No hemos oído ni una palabra sobre Alepo salir de las bocas de las ONGs, ni de la Cruz Roja, ni del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados, ni de Navi Pillay (jefa del Alto Comisionado de la ONU para los Derechos Humanos), ni del inefable Consejo de los Derechos Humanos de la ONU, ni del plácido señor Ban [secretario general de la ONU] y de los caciques del más obcecado «derecho humanitario» para denunciar el bloqueo [instaurado alrededor de Alepo] con la complicidad de los Estados que dicen ser grandes.
¿Que no lo sabíamos? No hay que ser presidente, ministro, responsable político, intelectual o periodista para informarse y quebrar el muro de la indiferencia selectiva, de la desinformación masiva, de la mentira colectiva. Basta con ser una persona razonablemente honesta. ¿Será esta una especie en vías de extinción en nuestros países, tan satisfechos de sí mismos y tan empapados de devoción cuando se trata de defender derechos y libertades en los países de los demás?
Las víctimas de la guerra universal que se está desarrollando contra Siria (por cierto, la mitad de esas víctimas provienen de las filas del ejército (de Siria), de las fuerzas de seguridad y de los comités de defensa) han muerto víctimas de la barbarie, de la mentira, de la indiferencia.
No lo sabíamos, van a decir. Sí, ¡sí lo sabían! Lo sabían incluso tan bien que, de manera consciente y sistemática, han estado envolviendo a sus conciudadanos en una nube opaca de afirmaciones falsas, de verdades a medias y mentiras, de valores falsos, de engaños.
¿Quién se atreverá a exigirles cuentas? ¿Quedarán impunes, como a menudo sucede, por ser tan poderosos y tan numerosos? Si tan solo uno de ellos en todo el planeta fuese blanco de la Corte Penal Internacional, como pueden serlo un africano o un árabe cualquiera, eso nos devolvería alguna esperanza en cuanto a los valores que vemos pisoteados cada día, y pisoteados por los mismos que los utilizan para ocultar sus propias bajezas.
Michel Raimbaud
Antiguo embajador de Francia y profesor y conferenciante en el Centro de Estudios Diplomáticos y Estratégicos (CEDS). Ex embajador en Mauritania, Sudán y Zimbabwe, ministro consejero en Brasil. Oficial de la Orden Nacional del Mérito y Caballero de la Legión de Honor.
http://jihad-e-informacion.blogspot.com/2014/05/ex-embajador-frances-basta-de-mentiras.html
Siria está enfrentando una guerra bárbara, cruel e implacable: 150 000 muertos, cientos de miles de heridos, millones de desplazados y de refugiados (1 de cada 3 sirios se halla en una de esas dos últimas situaciones), destrucción de casas, de escuelas, de hospitales, de fábricas, de infraestructuras, saqueo del patrimonio arqueológico y cultural.
La oposición supuestamente pacífica, a la que aportan su respaldo nuestros dirigentes [occidentales y franceses] y sus amigos islamistas de Turquía, de Arabia Saudita y Qatar, logró por mucho tiempo mantener una ilusión y disimular su enorme responsabilidad en ese balance.
Ahora que comienzan a soltarse las lenguas nadie puede seguir ignorando que la llamada oposición recurrió a las armas sin esperar a verse sobrepasada por los salvajes yihadistas que estamos viendo en acción desde hace 2 años. Esa llamada oposición ya había recurrido a la provocación así como a la violencia y el terrorismo desde los primeros días de la crisis. Es imposible ver, por consiguiente, qué la predestinaba a convertirse en legítima representante del pueblo sirio. Pero así lo decidieron los sutiles personajes que nos gobiernan, creyéndose que son los dueños del mundo. Y van incluso más lejos aún en materia de cinismo al mantener el silencio sobre los horrores perpetrados por los yihadistas moderados y los terroristas demócratas y atribuir al «régimen» la responsabilidad por el calvario que hoy viven los sirios.
Pero los sirios, en su gran mayoría –y basta con oír los innumerables testimonios para convencerse de ello– sólo ven una solución para salir de este infierno: el ejército nacional, cuya intervención –digan lo que digan los tramposos que disimulan las verdades incómodas– es deseada y no temida, representa la única esperanza de salvación. El Ejército Árabe Sirio, que se compone de reclutas, simboliza la unidad de la nación. Junto al presidente Bashar al Assad, el ejército nacional sirio es la garantía de la perennidad del Estado y sus instituciones.
Los pobladores de los barrios afectados por la desgracia de la revolución «revolución» establecen espontáneamente la diferencia entre el ejército regular y los salvajes mercenarios que pretenden imponerles una ley de otros tiempos y no hay fotos. Cuando hacen fotos es para inmortalizar la acogida que dispensan a los soldados que los liberan de los supuestos «libertadores», como sucedió recientemente en Homs.
El engaño ha durado demasiado tiempo. Hay que dejar de mentirle a los franceses y abandonar la defensa de una causa indefendible. Francia, que ya participó activamente en el desmantelamiento de Libia, no puede seguir siendo cómplice de la destrucción de Siria, no puede seguir respaldando en Siria a los terroristas que dice combatir en África, no puede perseguir al Boko Haram en Nigeria e ignorar el martirio que sus amigos yihadistas infligen a la ciudad siria de Alepo. Esta esquizofrenia es simplemente indecente.
Alepo es un caso digno de estudio. Ya hace 2 años que la capital económica de Siria se halla bajo asedio y parcialmente ocupada por una «revolución armada» cuya defensa no puede asumir ninguna persona decente. La población de Alepo está siendo castigada porque no aceptó sumarse a la «revolución».
Con abierto y fuerte respaldo de un régimen turco que se ha quitado la máscara y perdido la razón, yihadistas, terroristas y mercenarios –que a menudo provienen del Cáucaso y del Asia Central– se esfuerzan por quebrar la resistencia de la población de Alepo. Ahora sabemos que las «grandes democracias» no son muy escrupulosas en la selección de sus aliados y ya puede comprobarse que ni siquiera dudan en presentar la yihad como una guerra por la libertad y los derechos humanos (y/o de la mujer).
«Los muchachos de “Frente al Nusra”», sucursal de Al Qaida en la región, «están haciendo un buen trabajo», según se atrevió a decir un ministro (francés de Relaciones Exteriores) que quedará en los anales. Esta fina observación, que pudiéramos entender cuando más en boca de algún «analista» de mostrador de bar, suena bastante inapropiada en boca del jefe de la diplomacia de una «gran democracia» que se pasa la vida dando lecciones a otros países.
«No lo sabíamos», dirán los mismos que nunca han querido saber. Esa frase nos trae muchos recuerdos.
¿Saber qué? ¿Que los habitantes de Alepo están siendo sistemáticamente víctimas del hambre y la sed que les imponen los rebeldes que los usan como rehenes y sus padrinos turcos, igualmente promotores del saqueo y del robo a Siria de fábricas enteras (trasladadas a Turquía)? ¿Que los habitantes de Alepo están siendo privados de agua potable, de electricidad, de alimentos, de medicinas por capricho de sus «libertadores» sin que la famosa «comunidad internacional» (que reúne a los europeos y estadounidenses del Eje del Bien) diga ni una sola palabra –parece que está enteramente dedicada a la búsqueda de las escolares secuestradas en Nigeria.
No hemos oído ni una palabra sobre Alepo salir de las bocas de las ONGs, ni de la Cruz Roja, ni del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados, ni de Navi Pillay (jefa del Alto Comisionado de la ONU para los Derechos Humanos), ni del inefable Consejo de los Derechos Humanos de la ONU, ni del plácido señor Ban [secretario general de la ONU] y de los caciques del más obcecado «derecho humanitario» para denunciar el bloqueo [instaurado alrededor de Alepo] con la complicidad de los Estados que dicen ser grandes.
¿Que no lo sabíamos? No hay que ser presidente, ministro, responsable político, intelectual o periodista para informarse y quebrar el muro de la indiferencia selectiva, de la desinformación masiva, de la mentira colectiva. Basta con ser una persona razonablemente honesta. ¿Será esta una especie en vías de extinción en nuestros países, tan satisfechos de sí mismos y tan empapados de devoción cuando se trata de defender derechos y libertades en los países de los demás?
Las víctimas de la guerra universal que se está desarrollando contra Siria (por cierto, la mitad de esas víctimas provienen de las filas del ejército (de Siria), de las fuerzas de seguridad y de los comités de defensa) han muerto víctimas de la barbarie, de la mentira, de la indiferencia.
No lo sabíamos, van a decir. Sí, ¡sí lo sabían! Lo sabían incluso tan bien que, de manera consciente y sistemática, han estado envolviendo a sus conciudadanos en una nube opaca de afirmaciones falsas, de verdades a medias y mentiras, de valores falsos, de engaños.
¿Quién se atreverá a exigirles cuentas? ¿Quedarán impunes, como a menudo sucede, por ser tan poderosos y tan numerosos? Si tan solo uno de ellos en todo el planeta fuese blanco de la Corte Penal Internacional, como pueden serlo un africano o un árabe cualquiera, eso nos devolvería alguna esperanza en cuanto a los valores que vemos pisoteados cada día, y pisoteados por los mismos que los utilizan para ocultar sus propias bajezas.
Michel Raimbaud
Antiguo embajador de Francia y profesor y conferenciante en el Centro de Estudios Diplomáticos y Estratégicos (CEDS). Ex embajador en Mauritania, Sudán y Zimbabwe, ministro consejero en Brasil. Oficial de la Orden Nacional del Mérito y Caballero de la Legión de Honor.
http://jihad-e-informacion.blogspot.com/2014/05/ex-embajador-frances-basta-de-mentiras.html
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