Observando este blog alguém poderia perguntar, "porque tanta atenção à Síria?"

Simples:
- é o maior ataque físico contra a cristandade nos últimos tempos (incluindo o Iraque);
- é o maior risco de eclosão de uma nova guerra mundial (e de fato, com o planejado ataque dos EUA contra Síria, impedido pela Russia, os EUA mudaram de planos e agora desestabilizam diretamente a Ucrania, quintal da Rússia);
- é um dos últimos países que resistem contra uma nova ordem mundial sem Deus (http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/01/comentario-eleison-numero-cccxxxix-339.html );
- é notavelmente um dos pontos (junto agora com Ucrânia e Gaza) de maiores pecados contra o Oitavo Mandamento, por parte da maioria da mídia (pecado grave que coloca em risco a salvação de muitos jornalistas).
Nota - os textos em itálico acima foram incluídos em 15/8/14.


terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A Terceira Guerra é contra a Rússia


por Boaventura de Sousa Santos *

Washington provoca Moscou em três frentes, atiça possível conflito nuclear e ignora opinião da sociedade norte-americana. Em nome da “democracia”?

Tudo leva a crer que está em preparação a terceira guerra mundial. É uma guerra provocada unilateralmente pelos EUA com a cumplicidade ativa da UE. O seu alvo principal é a Rússia e, indiretamente, a China. O pretexto é a Ucrânia. Num raro momento de consenso entre os dois partidos, o Congresso dos EUA aprovou no passado dia 4 a Resolução 758, que autoriza o Presidente a adotar medidas mais agressivas de sanções e de isolamento da Rússia, a fornecer armas e outras ajudas ao governo da Ucrânia e a fortalecer a presença militar dos EUA nos países vizinhos da Rússia. A escalada da provocação da Rússia tem vários componentes que, no conjunto, constituem a segunda guerra fria. Nesta, ao contrário da primeira, assume-se agora a possibilidade de guerra total e, portanto, de guerra nuclear. Várias agências de segurança fazem planos já para o Day After de um confronto nuclear.
Os componentes da provocação ocidental são três: sanções para debilitar a Rússia; instalação de um governo satélite em Kiev; guerra de propaganda. As sanções são conhecidas, sendo a mais insidiosa a redução do preço do petróleo, que afeta de modo decisivo as exportações de petróleo da Rússia, uma das mais importantes fontes de financiamento do país. Esta redução trará o benefício adicional de criar sérias dificuldades a outros países considerados hostis (Venezuela e Irã). A redução é possível graças ao pacto celebrado entre os EUA e a Arábia Saudita, nos termos do qual os EUA protegem a família real (odiada na região) em troca da manutenção da economia dos petrodólares (transações mundiais de petróleo denominadas em dólares), sem os quais o dólar colapsa enquanto reserva internacional e, com ele, a economia dos EUA, o país com a maior e mais obviamente impagável dívida do mundo.

O segundo componente é controle total do governo da Ucrânia de modo a transformar este país num estado satélite. O respeitado jornalista Robert Parry (que denunciou o escândalo do Irã-contra) informa que a nova ministra das finanças da Ucrânia, Natalie Jaresko, é uma ex-funcionária do Departamento de Estado, cidadã dos EUA, que obteve cidadania ucraniana dias antes de assumir o cargo. Foi até agora presidente de várias empresas financiadas pelo governo norte-americano e criadas para atuar na Ucrânia. Agora compreende-se melhor a explosão, em Fevereiro passado, da secretária de estado norte-americana para os assuntos europeus, Victoria Nulland, “Fuck the EU”. O que ela quis dizer foi: “Raios! A Ucrânia é nossa. Pagámos para isso”. O terceiro componente é a guerra de propaganda. Os grandes media e seus jornalistas estão a ser pressionados para difundirem tudo o que legitima a provocação ocidental e ocultarem tudo o que a questione. Os mesmos jornalistas que, depois dos briefings nas embaixadas dos EUA e em Washington, encheram as páginas dos seus jornais com a mentira das armas de destruição massiva de Saddam Hussein, estão agora a enchê-las com a mentira da agressão da Rússia contra a Ucrânia. Peço aos leitores que imaginem o escândalo midiático que ocorreria se se soubesse que o Presidente da Síria acabara de nomear um ministro iraniano a quem dias antes concedera a nacionalidade síria. Ou que comparem o modo como foram noticiados e analisados os protestos em Kiev em Fevereiro passado e os protestos em Hong Kong das últimas semanas. Ou ainda que avaliem o relevo dado à declaração de Henri Kissinger de que é uma temeridade estar a provocar a Rússia. Outro grande jornalista, John Pilger, dizia recentemente que, se os jornalistas tivessem resistido à guerra de propaganda, talvez se tivesse evitado a guerra do Iraque em que morreram até ao fim da semana passada 1.455.590 iraquianos e 4801 soldados norte-americanos. Quantos ucranianos morrerão na guerra que está a ser preparada? E quantos não-ucranianos?

Estamos em democracia quando 67% dos norte-americanos são contra a entrega de armas à Ucrânia e 98% dos seus representantes votam a favor? Estamos em democracia na Europa quando uma discrepância semelhante ou maior separa os cidadãos dos seus governos e da Comissão da UE, ou quando o parlamento europeu segue nas suas rotinas enquanto a Europa está a ser preparada para ser o próximo teatro de guerra, e a Ucrânia, a próxima Líbia?

.oOo.

Boaventura de Sousa Santos é doutor em sociologia do direito pela Universidade de Yale, professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, diretor dos Centro de Estudos Sociais e do Centro de Documentação 25 de Abril, e Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa 
http://www.marchaverde.com.br/2014/12/a-terceira-guerra-e-contra-russia.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Desgostosa e decepcionada, Rússia desiste oficialmente de todos os esforços de “diálogo” com o Império Anglo-Sionista

Amigos,

A íntegra do discurso do presidente Putin à Assembleia Federal da Rússia já está disponível online [aqui, em espanhol e outras línguas] e, como é texto muito longo, não o reproduzirei. Proponho-me aqui a chamar a atenção de todos para quatro trechos, reproduzidos verbatim daquele discurso, com algumas passagens chaves assinaladas em negrito.

A maior parte do discurso tratou de questões econômicas e internas, mas me parece que esses quatro pontos, especialmente as expressões que Putin escolheu, realmente “contam a história” da posição do Kremlin, hoje, vis-à-vis o ocidente. Vejam com os próprios olhos:

1) Crimeia é russa para sempre:

Foi evento de especial significação para o país e o povo, porque a Crimeia é onde vive nosso povo e a península tem importância estratégica para a Rússia como fonte espiritual do desenvolvimento de uma nação russa multifacetada mas sólida e de um estado russo centralizado. Na Crimeia, na cidade ancestral de Chersonesus ou Korsun, como se lê nos antigos cronistas russos, que o Grande Príncipe Vladimir foi batizado, antes de trazer o cristianismo para a Rus.

Além da similaridade étnica, língua comum, elementos comuns da cultura material, território comum, embora antes não houvesse fronteiras demarcadas, e nascentes economia e governo comuns, o cristrianismo foi poderosa força espiritual de unificação que ajudou a envolver várias tribos e uniões tribais do vasto mundo eslavo oriental na criação de uma nação russa e de um estado russo. Foi graças a essa unidade espiritual que nossos antepassados, pela primeira vez, e dali para sempre, viram-se, eles mesmos, como nação unida. Tudo isso nos autoriza a dizer que a Crimeia, antiga Korsun ou Chersonesus, e Sevastopol têm inestimável valor civilizacional, mesmo, sagrado, para a Rússia, como o Monte do Templo em Jerusalém para os seguidores do Islã e do Judaísmo. E assim será a Crimeia, para sempre, para nós.

2) Rússia jamais será colônia da União Europeia:

Quanto a isso, a Rússia já fez importante contribuição para ajudar a Ucrânia. Permitam-me reiterar que bancos russos já investiram cerca de US$ 25 bilhões na Ucrânia. Ano passado, o Ministro de Finanças da Rússia prorrogou empréstimo de mais US$ 3 bilhões. A Gazprom garantiu mais US$ 5,5 bilhões à Ucrânia e até ofereceu um desconto não solicitado, sob a condição de que o país pagasse US$ 4,5 bilhões. Somem tudo e chega-se ao total de US$ 32,5-33,5 bilhões mobilizados para ajudar a Ucrânia, só nos últimos tempos.

Claro: temos o direito de levantar perguntas. Para que serviu a tragédia ucraniana? Não teria sido possível acertar as diferenças, inclusive as disputas, pelo diálogo, no quadro de legalidade vigente e com legitimidade? Agora nos veem com conversa de que aquela seria política competente e equilibrada, com a qual teríamos de pactuar, sem perguntas, de olhos vendados.

Não acontecerá nunca. Se, para alguns países europeus o orgulho nacional é conceito há muito esquecido, e a soberania não passa de uma espécie de luxo, a verdadeira soberania é, para Rússia, absolutamente necessária para a sobrevivência.

3) O Império já era inimigo mortal da Rússia muito antes da Crimeia

Lembramos bem como e quem, quase abertamente, apoiou o separatismo naquele momento, e até o mais visível terrorismo na Rússia, obra de assassinos cujas mãos estavam manchadas de sangue, ninguém menos que rebeldes e as recepções de alto nível organizadas para eles. Aqueles “rebeldes” mostram a cara novamente na Chechênia. Não tenho dúvidas de que o pessoal local, as autoridades legais locais tomarão conta adequadamente deles. Agora, trabalham para eliminar mais uma ação terrorista. Nós os apoiamos.

Quero reiterar que não esquecemos a recepção de alto nível que receberam terroristas travestidos como combatentes da liberdade e da democracia. Naquele momento, percebemos que quanto mais espaço damos a eles e quanto mais desculpas criamos, mais nossos oponentes tornam-se ousados e mais agressivas e cínicas as infrações e crimes que cometem.

Apesar de nossa abertura de antes, sem precedentes, e de nossa disposição para cooperar em tudo, até nas questões mais sensíveis, apesar do fato de que consideramos – e todos os senhores e senhoras sabem disso e lembram disso – nossos ex-adversários como amigos próximos e até como aliados, o apoio externo ao separatismo na Rússia, inclusive informação, apoio político e financeiro e apoio e atenção fornecidos pelos serviços especiais – foi absolutamente óbvio e não deixou qualquer dúvida de que eles permitiriam com prazer que a Rússia seguisse o cenário iugoslavo de desintegração e desmembramento. Com as consequências mais trágicas para o povo da Rússia.

Não deu certo. Não permitimos que acontecesse.

Exatamente como não funcionou para Hitler, com suas ideias de ódio a povos, que estava decidido a destruir a Rússia e a nos empurrar para trás, para além dos Urais. Todos com certeza lembram como isso acabou.

4) Rússia não se deixará abusar

Ninguém jamais derrotará militarmente a Rússia. Temos exército moderno e pronto para combater. Como dizem agora, é exército “polido”, nem por isso, menos formidável. Nós temos a força, o desejo e a coragem para defender nossa liberdade.

Protegeremos a diversidade do mundo. Diremos a verdade aos povos do mundo, até que todos vejam a imagem real da Rússia, não a imagem falsa e distorcida. Ativamente promoveremos as relações comerciais e humanitárias, e as relações científicas, educacionais e culturais. Faremos precisamente isso sempre que qualquer governo tente impor uma nova cortina de ferro em torno da Rússia.

Jamais, em tempo algum, enveredaremos pela trilha do autoisolamento, da xenofobia, da suspeição e da criação de inimigos. Tudo isso é sinal de fraqueza. Os russos somos fortes e confiantes.

Minha opinião é que estamos assistindo a um grande evento de “dizer o que tem de ser dito”. Por inúmeras razões, Putin e o Ministro de Relações Exteriores Lavrov haviam decidido não falar nesses termos, antes, por vários meses. Aos poucos, vimos crescer e começar a manifestar-se uma forte impressão de profundo desgosto, de irritação profunda, de base, entre os russos. No discurso à Assembleia, afinal tudo isso foi trazido à tona.

Já é dolorosamente claro que a Rússia vê os EUA como ator desagradável, arrogante, fátuo, que a Rússia pode deter; e que a Rússia vê os governos no poder na União Europeia como colônias sem voz. Igualmente claro é que os russos estão fartos de tentar argumentar com “os ocidentais”, de tentar trazê-los à razão. Os norte-americanos são tolos e arrogantes demais; os europeus excessivamente sem vergonha ou espinha dorsal.

Diferente dos norte-americanos, os russos sempre falam com seus inimigos, e alguma forma de “conversa” com o ocidente continuará. Mas é completamente óbvio que o Kremlin abandonou qualquer esperança de alcançar alguma coisa mediante qualquer tipo de diálogo. Doravante, a Rússia dependerá, quase exclusivamente, de ações unilaterais. E dado que os russos nunca ameaçam, essas ações virão sempre com choque e surpresa para as plutocracias ocidentais.

Já disse e escrevi mil vezes: o Império Anglo-sionista declarou guerra real contra a Rússia– guerra na qual as forças militares são menos importantes que a guerra informacional, mas que nem por isso é guerra menos real. O que o Império talvez não perceba é que essa não será guerra curta: será guerra longa. E enquanto o Império já usou praticamente todas as suas armas, os russos apenas iniciaram suas operações defensivas. Será guerra longa e só terminará quando um dos lados quebrar, em colapso.

Em março desse ano escrevi um postado intitulado Obama piorou muito as coisas na Ucrânia – agora a Rússia está pronta para a guerraA Rússia não queria guerra, a guerra lhe foi imposta, num momento em que a Rússia não estava pronta. Pois hoje Putin disse ao mundo que a Rússia não se submeterá, que aceita o desafio e que vencerá.

http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/12/desgostosa-e-decepcionada-russia.html

sábado, 29 de novembro de 2014

Francisco pede para a Turquia colaborar para a paz


Dirigindo-se ao presidente da República turca, o Papa sublinhou a necessidade urgente de "banir todas as formas de fundamentalismo e de terrorismo, que gravemente humilham a dignidade de todas as pessoas e instrumentaliza a religião".
Ao "fanatismo", ao "fundamentalismo" e às "fobias irracionais" deve-se contrapor a “solidariedade de todos os crentes” tendo como pilares “o respeito pela vida humana, pela liberdade religiosa, que é liberdade do culto e liberdade de viver de acordo com a ética religiosa, o esforço para garantir a todos o necessário para uma vida digna, e o cuidado do ambiente natural”.
http://www.zenit.org/pt/articles/francisco-pede-para-a-turquia-colaborar-para-a-paz

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

GOLPE, MODELO E DÍVIDA

(...) 11. Desavisados moralistas exultam com essa suposta demonstração de que as instituições do País estejam combatendo eficientemente a corrupção. O PT louva a presidenta por ter sancionado nova lei, que permite agir também contra os corruptores.
12. O povo ilude-se e acredita que seja isso mesmo que está em causa. Desconhece a natureza do jogo prevalecente nas altas esferas do poder, notadamente as do poder mundial. Para isso concorre o tsunami de ignorância gerado pelos investimentos que nela faz a oligarquia concentradora transnacional, há um século.
13. A mega-corrupção exercida por essa oligarquia coopta colaboradores em todas as estruturas econômicas e institucionais e, ironicamente, usa, a seu serviço, a corrupção derivada, a de menor porte, aumentada inclusive em decorrência do investimento na anticultura e na destruição dos valores éticos.
14. É essa, a derivada, a que aparece, quando sua exposição serve aos objetivos da estratégia imperial, produzindo grande comoção em amplos segmentos da população e desviando o foco dos reais problemas e de suas fontes geradoras.
15. Sem acesso às informações sobre como a oligarquia financeira envolve os poderes constituídos do Estado, infiltrados por seus interesses, o povo concentra seu ódio sobre os corruptos expostos pela corruptíssima grande mídia. Deveria desconfiar de que, se são expostos, é porque são os que estão causando menor dano ao País.
16. Por que as grandes empreiteiras estão sob o fogo da repressão? Elas constituem o principal núcleo de poder econômico no País que ainda não foi controlado pelo capital estrangeiro. São exportadoras de serviços, ocupam pessoal qualificado e se tornaram conglomerados que investem até mesmo em tecnologia de uso militar.
17. Ademais, o escândalo que domina as atenções envolve também a principal estatal do País, ou seja, uma das poucas empresas gigantes sob controle nacional, apesar de infiltrada por quadros ligados às transnacionais do setor e a bancos da oligarquia financeira angloamericana.

A perseguição de cristãos na Síria

O jornalista de guerra Gian Micalessin conta o que viu nos territórios controlados pela milícia do Califado e analisa a atitude da Europa em relação à perseguição de cristãos

Os cristãos tinham então advertido a Europa, explicando que era melhor estar do lado de um regime que teria garantido a convivência entre as várias comunidades, em vez de apoiar estes assassinos. A ideia dos cristãos sírios é que diante destes alarmes a Europa ficou cega e surda. (...)

A atitude, no mínimo ambígua, da Turquia é uma constante desde o início do conflito. Não nos esqueçamos que os grupos jihadistas - incluindo Isis - encontraram hospitalidade e acolhida no território turco. É a partir das fronteiras turcas que, como demonstram os documentos que me mostraram militares curdos, grande parte dos combatentes estrangeiros passam para se alistar nas fileiras do Isis. (...)

Os cenários futuros são extremamente negros porque existem diferentes tonalidades de jihadismo, mas nenhum deles é moderado: vai do jihadismo apoiado pela Arábia Saudita e implementado pelo ISIS a um regime como o da Síria, que, para poder resistir teve que se aliar sempre mais com o Irã assumindo uma posição linha-dura.

http://www.zenit.org/pt/articles/os-olhos-da-guerra-diante-dos-horrores-do-isis

Segunda República - 26-Nov-2014 - INTERNACIONAL

< especialmente vejam em 21:32 - Putin o que pensa e diz  >  


"Podemos ver como muchos de los países euroatlánticos rechazan realmente sus raíces, incluso los valores cristianos que constituyen los fundamentos de la civilización occidental. Niegan los principios morales y todas las identidades tradicionales: la identidad nacional, cultural, religiosa, y hasta sexual. Están implementando políticas para equiparar a la Familia con las uniones homosexuales, la fe en Dios con la creencia en Satan.
La gente de muchos países europeos se avergüenzan de hablar acerca de sus creencias religiosas. Las fiestas religiosas son abolidas o cambian sus nombres para esconder su esencia cristiana, sus principios morales. Y muchos agresivamente buscan exportar ese modelo a todo el mundo. Estoy convencido que esto conlleva directamente a la degradación y el primitivismo, resultando en una profunda crisis moral y demográfica".   Vladimir Putin   http://spanish.larouchepac.com/node/20388


(00:48) EEUU: DISCRIMINACION CRIMINAL CONTRA LOS NEGROS. ¿SE VIENE UNA REVOLUCION EN EEUU?
(07:20) DRAMA DEL MUNDO: Unos POCOS acaparan cada vez más y el RESTO tiene mcada vez menos. ¿Quiénes son?
(09:35) LAS EXPLICACIONES "TECNICAS" DEL FMI... REVUELOS FINANCIEROS POR DOQUIER...
(18:00) SE VIENE LA GUERRA MUNDIAL: El proximo presidente de EEUU será Hilary Clinton o Jeb Bush...
(20:00) PRENSA LOCAL DESCEREBRADA: Ni siquiera puede explicar un conflicto entre Rusia y Alemania sin recurrir al cerebro estadounidense. 
(21:32) VLADIMIR PUTIN: Lo que realmente piensa y dice...
(25:45) LA VERDAD SOBRE IRAN: EEUU e Israel vuelven a la carga con amenazas militares contra Irán: será un guerra mundial...
(33:30) ALIANZA EEUU, ISRAEL Y ARABIA SAUDITA para atacar a Irán....
(35:50) ISRAEL ECHA AL MINISTRO DE DEFENSA DE EEUU...
(37:30) ISRAEL ATACARÁ A IRÁN: El PSR lo viene diciendo desde 2006 (por eso la DAIA nos acusó de "virulentos antisemitas"!!)
(40:19) ISRAEL: ESTADO RACISTA FUNDAMENTALISTA.... ¿Y, Jorge Knoblivitz de la DAIA: No vas a fundar un INADI en Israel??

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Requião: Regular a mídia é medida sanitária, “de emergência pública”

<  Creio que o país ganha um pouco se tivermos acesso não somente à mídia entreguista mas também à mídia estatal, talvez menos entreguista.   Apesar que é sempre a Grande Mídia, controlada pelos "Grandes",  e nunca uma Mídia Católica. >

Requião

A regulação da mídia é condição inescusável para se garantir a soberania nacional. Porque os grupos que monopolizam a mídia são entreguistas e, historicamente, se opõem aos interesses nacionais, servindo de cabeça de ponte para o avanço imperial sobre a nossa economia, sobre os nossos recursos naturais, sobre as nossas riquezas, sobre o mercado interno, sobre as nossas relações externas.

http://www.viomundo.com.br/politica/requiao-regular-midia-e-medida-sanitaria-de-emergencia-publica.html

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Rusia: "El 'éxito' del Estado Islámico en Irak no sería posible sin la ayuda financiera externa"



israel dog

http://zionismsucks.com/tag/funded-by-us/

El Gobierno ruso asegura que el avance del grupo terrorista Estado Islámico en Irak se debe en gran parte a la ayuda financiera y material que recibe desde el exterior, señaló el vicecanciller Mijaíl Bogdanov.

El viceministro de Exteriores dijo además que Rusia posee información que prueba que los  militantes del EI se han lucrado de la venta del petróleo iraquí que han capturado ilegalmente. Por estas razones, Moscú insta al Consejo de Seguridad de la ONU a bloquear las fuentes de financiación del EI, agregó Bogdanov, según cita Iterfax. 

"Estos datos existen, y por cierto no sólo lo sabemos nosotros. Esta situación la estamos discutiendo en el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas, instando a todos los niveles a que se combata este fenómeno de manera colectiva y resuelta", dijo el viceministro. 

Bogdanov calificó al EI como "la organización terrorista más rica en la historia", algo que ya reconocen los propios países occidentales. 

Por otra parte, el diplomático señaló que "las acciones de la coalición liderada por EE.UU. en la lucha contra el EI no cumplen con el derecho internacional, lo que arroja dudas sobre los objetivos reales de la operación". 

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/actualidad/view/147815-rusia-exito-islamico-irak-ayuda-financiera-externa

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Aviões dos EUA Abastecendo o ISIS com Armas, gêneros alimentícios. Iraque Intel Relatório




"O que é importante é que os EUA envia estas armas apenas para aqueles que cooperam com o Pentágono e isso indica que os EUA desempenham um papel no fornecimento de armas a ISIL," uma fonte de segurança iraquiana disse à FNA.

http://apologistadapalavra.blogspot.com.br/2014/11/avioes-dos-eua-abastecimento-isil-com.html

Terrorismo do ISIS - o esquadrão da morte financiado pelo ocidente

< Os decapitados, se são soldados sírios, que defenderam o Cristianismo na Síria, muito provavelmente irão ao Paraíso.  Os decapitadores e seus financiadores do ocidente putrefato (e do oriente médio, como Israel, Turquia e Petromonarquias), muito provavelmente queimarão no chorume do inferno. >

http://veja3.abrilm.com.br/assets/images/2014/11/249720/decapitacoes-ei-size-598.jpg?1416145879

http://brasilsoberanoelivre.blogspot.com.br/2014/11/recado-macabro-decapitacao-em-massa.html

sábado, 15 de novembro de 2014

Inteligência Russa revela imagens do caça Ucraniano que teria abatido o Malasya Airlines nos céus da Ucrânia

Moscow times
As  imagens teriam sido cedidas a rede de televisão russa por fontes da Inteligência da Força Aérea russa a famosa GRU, que atesta que as imagens foram captadas por satélites espiões estrangeiros, provavelmente britânicos ou americanos.
As posições registradas pelo GPS confirmam as posições, indicando a possibilidade de se tratar do local onde a aeronave teria sido engajada.

http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/11/inteligencia-russa-revela-imagens-do.html

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Siria denuncia nuevas injerencias de EEUU




< Obama diz que para destruir o ISIS é necessário antes eliminar o Presidente Assad...  Esse palhaço marionete quer acabar com a última chance de vida do Cristianismo no Oriente Médio.  >


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O divisionismo ideológico direita/esquerda

<   Para se estudar e analisar - o "divide et impera" de sempre...  >

(...)
Outra vertente do projeto separatista parece ser a radicalização da ignorância política e econômica, que investe nas diferenças regionais e de classes de renda.

27. Essa está imbricada com o divisionismo ideológico direita/esquerda. O Império Anglo-Americano-Sionista o tem fomentado, em todo o mundo, desde os tempos da revolução francesa. No Brasil, muito contribuiu para acirrá-lo, como a tentativa de golpe comunista em 1935.

28. Especialmente em função da geopolítica, nunca foram altas as chances de o partido comunista chegar ao poder, mesmo em curtos períodos pós-IIª Guerra Mundial, em que contou com recursos e teve apreciável penetração eleitoral. De qualquer forma, a suposta ameaça comunista encaixou-se como uma luva na estratégia imperial para fazer abortar o desenvolvimento do Brasil.

29. Assim, qualquer coisa que implicasse modificar a arcaica estrutura social e que não fosse favorável aos carteis econômicos e financeiros transnacionais, passou a ser associada ao comunismo, na versão da grande mídia e dos demais instrumentos da intervenção imperial anglo-americana-sionista.

País dividido...
30. Não só empresas transnacionais, mas também industriais e outros empresários nacionais investiram para derrubar os governos voltados para o desenvolvimento industrial e tecnológico.

31. Mas os proprietários brasileiros foram expropriados - não como temiam, pelos comunistas - mas, sim, pelo capital estrangeiro, privilegiado com favores inacreditáveis por governos egressos de golpes cuja direção, como, em 1954, era orientada de fora do País.

32. Esse resultou da armação por serviços secretos estrangeiros de atentado para supostamente matar um adversário do presidente, no qual foi morto um oficial da Aeronáutica. Os comunistas não apoiavam Vargas e até o criticavam.

33. Em 1964, a par das provocações suscitadas para envolver o governo em atos de indisciplina de militares, houve intensa campanha para que fossem vistos como de molde comunista os projetos de reforma econômica e social de Goulart.

34. Apesar de o PT não representar resistência séria à intensificação do modelo dependente, ele nasceu sob falsas bandeiras vermelhas, para dividir a esquerda e, em última análise, participar dos golpes do sistema para cortar as chances de Leonel Brizola.

35. Apesar, também, da política externa simpática a governos vizinhos de inclinação bolivariana, embora não partilhando dela, a retórica e os clichês do PT e sobre ele oferecem campo fértil ao Império Anglo-Americano-Sionista para pressionar a presidente e intensificar as ações para a sua desestabilização.

'Who the Hell You Think You Are ' Nigel Farage throws egg in Eurocrat faces


Interessante, mas é suspeito também:
http://www.redressonline.com/2013/02/britains-ukip-another-zionist-lobby-tool/