Observando este blog alguém poderia perguntar, "porque tanta atenção à Síria?"

Simples:
- é o maior ataque físico contra a cristandade nos últimos tempos (incluindo o Iraque);
- é o maior risco de eclosão de uma nova guerra mundial (e de fato, com o planejado ataque dos EUA contra Síria, impedido pela Russia, os EUA mudaram de planos e agora desestabilizam diretamente a Ucrania, quintal da Rússia);
- é um dos últimos países que resistem contra uma nova ordem mundial sem Deus (http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2014/01/comentario-eleison-numero-cccxxxix-339.html );
- é notavelmente um dos pontos (junto agora com Ucrânia e Gaza) de maiores pecados contra o Oitavo Mandamento, por parte da maioria da mídia (pecado grave que coloca em risco a salvação de muitos jornalistas).
Nota - os textos em itálico acima foram incluídos em 15/8/14.


domingo, 26 de abril de 2015

Un saggio di Curzio Nitoglia sull'islam


Le dolci, vaselinose tentazioni del sincretismo, in circolazione irresponsabile e fumosa nel pensiero postconciliare, pertanto devono essere rifiutate e respinte energicamente.
 Di seguito è tuttavia doveroso ammettere, al seguito di don Nitoglia e contro l'opinione dei tradizionalisti di scuola americana, che l'islam "non è soltanto barbarie, ossia beduinismo rozzo e ignorante come i sionisti e i neocon vorrebbero farci credere, ma ha avuto notevoli pensatori e scuole di pensiero letterario, filosofico e teologico". 

http://pierovassallo.blogspot.it/2015/04/un-saggio-di-curzio-nitoglia-sullislam.html

terça-feira, 21 de abril de 2015

Orgulho ou Preconceito?

Resposta do Mosteiro da Santa Cruz à Revista VEJA      
                                 

Tradicionalistas


http://avozdaserra.com.br/noticias/orgulho-ou-preconceito-0


Leitores,  esqueçam a revista VEJA,  se não quiserem liquefazer os neurônios.

VEJA e a Anti-Lógica. Vejam esta frase (do péssimo artigo abaixo):
"deixou transparecer suas convicções antissemitas, negando a existência de câmaras de gás nos campos de extermínio nazistas."
Não sei exatamente qual falácia de argumentação é esta, mas para demonstrar o absurdo é com se eu dissesse:
"deixou transparecer suas convicções anticristãs, negando a existência de decapitações nas áreas ocupadas pelo ISIS." Ou seja: puro "non-sense".
Mas aparentemente só o pronunciar "antissemita" faz os leitores pararem de raciocinar...

segunda-feira, 13 de abril de 2015

La Pasqua di Aleppo: tragedia nei quartieri cristiani attaccati con missili dei ribelli

Questo messaggio é giunto stamattina dalla città di Aleppo:
Si prega di diffondere: Una settimana piena di sangue per i cristiani di Aleppo.

http://oraprosiria.blogspot.com.br/2015/04/la-pasqua-di-aleppo-tragedia-nei.html

Católicos INTEGRAIS

No Catolicismo Tradicionalista brasileiro bem fazem os que escolheram se dedicar exclusivamente da Oração e da Educação Católica.  Pois ao ver de muitos, não há mais possibilidade de influenciar o meio pútrido da política, mídia, educação estatal, instituições, etc.

Os que ainda tentam combater no Mundo, são sempre bem vindos pois isto também é indispensável para possibilitar uma sociedade Cristã.   Mesmo que as chances, como disse, são baixas.

O problema é que, entre estes que combatem, com blogs, ou mesmo postando em facebook, poucos destes são verdadeiros CATÓLICOS INTEGRAIS.

A maior prova disto é  a pouca atenção dada, por parte destes católicos, aos VII e VIII Mandamentos (Não Furtar e Não Levantar Falso Testemunho).

Deixam correr solta, sem denunciá-lo, o grande furto, a Mega Corrupção que é a Não Auditoria da Dívida Pública.  São 10 Mensalões por dia de juros e amortizações.  E aceitam que apenas o PSOL (esquerda) fale sobre isso, fazendo aparentar que é apenas "bravata da esquerda".  Vergonha para o Catolicismo que tanto lutou contra a Grande Usura, no passado.

Sobre o 8o Mandamento, muitos utilizam argumentos e propagandas falaciosas contra o inimigo.  Não lembram que "os fins não justificam os meios".   Para o fim bom de enfraquecer grupos filo-comunistas não podemos utilizar meios maus como a mentira presente na propaganda Liberal e Filo-Usura.   Temos A VERDADE à nossa disposição.


Lembremos de Hilaire Belloc:

No nos engañemos, Mariano Fazio no critica tanto el pensamiento de Hilaire Belloc como a toda la Iglesia Católica anterior al Concilio Vaticano II de la cual Hilaire Belloc era un hijo fiel y leal. Es acusado por estos “nuevos católicos seculares” por defender la doctrina que le enseñó la Iglesia. Quizás lo explique la postura contraria a la usura y a las plutocracias que siempre mantuvo Belloc. Este "nuevo catolicismo secular" tiene muy buenas relaciones con la banca y con las oligarquías económico-políticas del liberalismo católico.
http://elmatinercarli.blogspot.com.br/2009/10/hilaire-belloc-atacado-por-los.html

EU DIRIA QUE NÃO APENAS O "NOVO CATOLICISMO SECULAR",  MAS TAMBÉM BOA PARTE DO CATOLICISMO TRADICIONAL ESTÁ COM BOAS RELAÇÕES COM OS BANCOS E OLIGARQUIAS.

Papa Leão XIII alertava:

Enfim, os ricos devem precaver-se religiosamente de todo o acto violento, toda a fraude, toda a manobra usurária que seja de natureza a atentar contra a economia do pobre, e isto mais ainda, porque este é menos apto para defender-se, e porque os seus haveres, por serem de mínima importância, revestem um carácter mais sagrado. A obediência a estas leis — pergunta-mos Nós — não bastaria, só de per si, para fazer cessar todo o antagonismo e suprimir-lhe as causas?
http://w2.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_15051891_rerum-novarum.html


sábado, 11 de abril de 2015

Ajustes Contas Publicas - Prof. Dércio Garcia Munhoz

Entrevista com o professor de economia da UNB Dércio Garcia Munhoz exibida no programa agenda economica da tv senado na primeira semana de maio de 2010 explicando o ajuste das contas públicas.

https://www.youtube.com/watch?v=YMukI32ulVQ


Salazar e os novos bispos progressistas

Salazar e Paulo VI

Os nossos bispos estão a desaparecer. Têm quase todos setenta anos, ou perto. Quando desaparecerem, ficam os novos padres, os progressistas, sem disciplina, e desenvolvendo aquela actividade caótica e sem freio que é própria de todo aquele que de repente se sente solto da disciplina a que estava submetido. Vai ser uma tragédia. Estamos como no tempo das lutas entre o Império e o Papado. [19 de Julho de 1965]

Eu não os compreendo. Eu não sei compreendê-los. Monsenhor Rotoli, da Nunciatura, tem razão quando diz que eu não tenho sensibilidade católica. Quer ele dizer que as minhas ideias não são as da maioria de hoje. É verdade. E no entanto nunca na História de Portugal alguém fez pela Igreja mais do que eu. Desde os tempos de D. Pedro I, de D. João V, etc., fui eu quem mais tem protegido e ajudado a Igreja. Mas não me importo. Enquanto não se meterem comigo, não me importo. [12 de Dezembro de 1965]

António de Oliveira Salazar, citado por Franco Nogueira in «Um Político Confessa-se».
http://accao-integral.blogspot.com.br/2015/04/salazar-e-os-novos-bispos-progressistas.html

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Heading for War with Russia?




Ukraine is the epicenter of possible European war. Ongoing events should scare everyone.
Kiev’s war on Donbas rages. Area freedom fighters continue routing its military. It’s desperate for more Western support. 
Wanting greater numbers of US-led NATO boots on the ground than are already involved in fighting.
 Three recent regime false flags didn’t achieve Kiev’s objective. Perhaps something major is planned. A Kiev 9/11. 
Big enough to embroil Europe in war. Meaning East/West confrontation. America v. Russia. Possible nuclear war.
It bears repeating what previous articles stressed. Today is the most perilous time in world history. 

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Huyendo del dólar: ¿Por qué Irán sigue el ejemplo de Rusia y China?

"Irán, como uno de los principales actores en el mercado mundial de petróleo y el segundo, después de Rusia, en el de gas, ha propinado un golpe doloroso contra el estándar del petrodólar", opina el periodista Sarkis Tsaturián en un artículo publicado en el portal Regnum.

http://actualidad.rt.com/economia/164487-huida-dolar-iran-rusia-china

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

NATAL 2014

Foi uma estrela que nos indicou,
A nós pagãos, a vinda do Esperado.
Anjo aos pastores, e isso não bastou,
A quem já estava de antes avisado.

Ele porém fiel realizou
As condições  de Seu Divino lado,
Pois seu amor por nós nunca falhou.
Partindo de Belém, no programado.

Etapa por etapa foi cumprido.
E na medida em que Ele foi aceito,
Em que Ele foi amado e possuído,

O mundo transformou-se e foi refeito.
Mas Ele foi de novo repelido
E eis o mundo em chagas mil, desfeito.

http://fbmvm.blogspot.com.br/2014/12/natal-2014_64.html

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A Terceira Guerra é contra a Rússia


por Boaventura de Sousa Santos *

Washington provoca Moscou em três frentes, atiça possível conflito nuclear e ignora opinião da sociedade norte-americana. Em nome da “democracia”?

Tudo leva a crer que está em preparação a terceira guerra mundial. É uma guerra provocada unilateralmente pelos EUA com a cumplicidade ativa da UE. O seu alvo principal é a Rússia e, indiretamente, a China. O pretexto é a Ucrânia. Num raro momento de consenso entre os dois partidos, o Congresso dos EUA aprovou no passado dia 4 a Resolução 758, que autoriza o Presidente a adotar medidas mais agressivas de sanções e de isolamento da Rússia, a fornecer armas e outras ajudas ao governo da Ucrânia e a fortalecer a presença militar dos EUA nos países vizinhos da Rússia. A escalada da provocação da Rússia tem vários componentes que, no conjunto, constituem a segunda guerra fria. Nesta, ao contrário da primeira, assume-se agora a possibilidade de guerra total e, portanto, de guerra nuclear. Várias agências de segurança fazem planos já para o Day After de um confronto nuclear.
Os componentes da provocação ocidental são três: sanções para debilitar a Rússia; instalação de um governo satélite em Kiev; guerra de propaganda. As sanções são conhecidas, sendo a mais insidiosa a redução do preço do petróleo, que afeta de modo decisivo as exportações de petróleo da Rússia, uma das mais importantes fontes de financiamento do país. Esta redução trará o benefício adicional de criar sérias dificuldades a outros países considerados hostis (Venezuela e Irã). A redução é possível graças ao pacto celebrado entre os EUA e a Arábia Saudita, nos termos do qual os EUA protegem a família real (odiada na região) em troca da manutenção da economia dos petrodólares (transações mundiais de petróleo denominadas em dólares), sem os quais o dólar colapsa enquanto reserva internacional e, com ele, a economia dos EUA, o país com a maior e mais obviamente impagável dívida do mundo.

O segundo componente é controle total do governo da Ucrânia de modo a transformar este país num estado satélite. O respeitado jornalista Robert Parry (que denunciou o escândalo do Irã-contra) informa que a nova ministra das finanças da Ucrânia, Natalie Jaresko, é uma ex-funcionária do Departamento de Estado, cidadã dos EUA, que obteve cidadania ucraniana dias antes de assumir o cargo. Foi até agora presidente de várias empresas financiadas pelo governo norte-americano e criadas para atuar na Ucrânia. Agora compreende-se melhor a explosão, em Fevereiro passado, da secretária de estado norte-americana para os assuntos europeus, Victoria Nulland, “Fuck the EU”. O que ela quis dizer foi: “Raios! A Ucrânia é nossa. Pagámos para isso”. O terceiro componente é a guerra de propaganda. Os grandes media e seus jornalistas estão a ser pressionados para difundirem tudo o que legitima a provocação ocidental e ocultarem tudo o que a questione. Os mesmos jornalistas que, depois dos briefings nas embaixadas dos EUA e em Washington, encheram as páginas dos seus jornais com a mentira das armas de destruição massiva de Saddam Hussein, estão agora a enchê-las com a mentira da agressão da Rússia contra a Ucrânia. Peço aos leitores que imaginem o escândalo midiático que ocorreria se se soubesse que o Presidente da Síria acabara de nomear um ministro iraniano a quem dias antes concedera a nacionalidade síria. Ou que comparem o modo como foram noticiados e analisados os protestos em Kiev em Fevereiro passado e os protestos em Hong Kong das últimas semanas. Ou ainda que avaliem o relevo dado à declaração de Henri Kissinger de que é uma temeridade estar a provocar a Rússia. Outro grande jornalista, John Pilger, dizia recentemente que, se os jornalistas tivessem resistido à guerra de propaganda, talvez se tivesse evitado a guerra do Iraque em que morreram até ao fim da semana passada 1.455.590 iraquianos e 4801 soldados norte-americanos. Quantos ucranianos morrerão na guerra que está a ser preparada? E quantos não-ucranianos?

Estamos em democracia quando 67% dos norte-americanos são contra a entrega de armas à Ucrânia e 98% dos seus representantes votam a favor? Estamos em democracia na Europa quando uma discrepância semelhante ou maior separa os cidadãos dos seus governos e da Comissão da UE, ou quando o parlamento europeu segue nas suas rotinas enquanto a Europa está a ser preparada para ser o próximo teatro de guerra, e a Ucrânia, a próxima Líbia?

.oOo.

Boaventura de Sousa Santos é doutor em sociologia do direito pela Universidade de Yale, professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, diretor dos Centro de Estudos Sociais e do Centro de Documentação 25 de Abril, e Coordenador Científico do Observatório Permanente da Justiça Portuguesa 
http://www.marchaverde.com.br/2014/12/a-terceira-guerra-e-contra-russia.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Desgostosa e decepcionada, Rússia desiste oficialmente de todos os esforços de “diálogo” com o Império Anglo-Sionista

Amigos,

A íntegra do discurso do presidente Putin à Assembleia Federal da Rússia já está disponível online [aqui, em espanhol e outras línguas] e, como é texto muito longo, não o reproduzirei. Proponho-me aqui a chamar a atenção de todos para quatro trechos, reproduzidos verbatim daquele discurso, com algumas passagens chaves assinaladas em negrito.

A maior parte do discurso tratou de questões econômicas e internas, mas me parece que esses quatro pontos, especialmente as expressões que Putin escolheu, realmente “contam a história” da posição do Kremlin, hoje, vis-à-vis o ocidente. Vejam com os próprios olhos:

1) Crimeia é russa para sempre:

Foi evento de especial significação para o país e o povo, porque a Crimeia é onde vive nosso povo e a península tem importância estratégica para a Rússia como fonte espiritual do desenvolvimento de uma nação russa multifacetada mas sólida e de um estado russo centralizado. Na Crimeia, na cidade ancestral de Chersonesus ou Korsun, como se lê nos antigos cronistas russos, que o Grande Príncipe Vladimir foi batizado, antes de trazer o cristianismo para a Rus.

Além da similaridade étnica, língua comum, elementos comuns da cultura material, território comum, embora antes não houvesse fronteiras demarcadas, e nascentes economia e governo comuns, o cristrianismo foi poderosa força espiritual de unificação que ajudou a envolver várias tribos e uniões tribais do vasto mundo eslavo oriental na criação de uma nação russa e de um estado russo. Foi graças a essa unidade espiritual que nossos antepassados, pela primeira vez, e dali para sempre, viram-se, eles mesmos, como nação unida. Tudo isso nos autoriza a dizer que a Crimeia, antiga Korsun ou Chersonesus, e Sevastopol têm inestimável valor civilizacional, mesmo, sagrado, para a Rússia, como o Monte do Templo em Jerusalém para os seguidores do Islã e do Judaísmo. E assim será a Crimeia, para sempre, para nós.

2) Rússia jamais será colônia da União Europeia:

Quanto a isso, a Rússia já fez importante contribuição para ajudar a Ucrânia. Permitam-me reiterar que bancos russos já investiram cerca de US$ 25 bilhões na Ucrânia. Ano passado, o Ministro de Finanças da Rússia prorrogou empréstimo de mais US$ 3 bilhões. A Gazprom garantiu mais US$ 5,5 bilhões à Ucrânia e até ofereceu um desconto não solicitado, sob a condição de que o país pagasse US$ 4,5 bilhões. Somem tudo e chega-se ao total de US$ 32,5-33,5 bilhões mobilizados para ajudar a Ucrânia, só nos últimos tempos.

Claro: temos o direito de levantar perguntas. Para que serviu a tragédia ucraniana? Não teria sido possível acertar as diferenças, inclusive as disputas, pelo diálogo, no quadro de legalidade vigente e com legitimidade? Agora nos veem com conversa de que aquela seria política competente e equilibrada, com a qual teríamos de pactuar, sem perguntas, de olhos vendados.

Não acontecerá nunca. Se, para alguns países europeus o orgulho nacional é conceito há muito esquecido, e a soberania não passa de uma espécie de luxo, a verdadeira soberania é, para Rússia, absolutamente necessária para a sobrevivência.

3) O Império já era inimigo mortal da Rússia muito antes da Crimeia

Lembramos bem como e quem, quase abertamente, apoiou o separatismo naquele momento, e até o mais visível terrorismo na Rússia, obra de assassinos cujas mãos estavam manchadas de sangue, ninguém menos que rebeldes e as recepções de alto nível organizadas para eles. Aqueles “rebeldes” mostram a cara novamente na Chechênia. Não tenho dúvidas de que o pessoal local, as autoridades legais locais tomarão conta adequadamente deles. Agora, trabalham para eliminar mais uma ação terrorista. Nós os apoiamos.

Quero reiterar que não esquecemos a recepção de alto nível que receberam terroristas travestidos como combatentes da liberdade e da democracia. Naquele momento, percebemos que quanto mais espaço damos a eles e quanto mais desculpas criamos, mais nossos oponentes tornam-se ousados e mais agressivas e cínicas as infrações e crimes que cometem.

Apesar de nossa abertura de antes, sem precedentes, e de nossa disposição para cooperar em tudo, até nas questões mais sensíveis, apesar do fato de que consideramos – e todos os senhores e senhoras sabem disso e lembram disso – nossos ex-adversários como amigos próximos e até como aliados, o apoio externo ao separatismo na Rússia, inclusive informação, apoio político e financeiro e apoio e atenção fornecidos pelos serviços especiais – foi absolutamente óbvio e não deixou qualquer dúvida de que eles permitiriam com prazer que a Rússia seguisse o cenário iugoslavo de desintegração e desmembramento. Com as consequências mais trágicas para o povo da Rússia.

Não deu certo. Não permitimos que acontecesse.

Exatamente como não funcionou para Hitler, com suas ideias de ódio a povos, que estava decidido a destruir a Rússia e a nos empurrar para trás, para além dos Urais. Todos com certeza lembram como isso acabou.

4) Rússia não se deixará abusar

Ninguém jamais derrotará militarmente a Rússia. Temos exército moderno e pronto para combater. Como dizem agora, é exército “polido”, nem por isso, menos formidável. Nós temos a força, o desejo e a coragem para defender nossa liberdade.

Protegeremos a diversidade do mundo. Diremos a verdade aos povos do mundo, até que todos vejam a imagem real da Rússia, não a imagem falsa e distorcida. Ativamente promoveremos as relações comerciais e humanitárias, e as relações científicas, educacionais e culturais. Faremos precisamente isso sempre que qualquer governo tente impor uma nova cortina de ferro em torno da Rússia.

Jamais, em tempo algum, enveredaremos pela trilha do autoisolamento, da xenofobia, da suspeição e da criação de inimigos. Tudo isso é sinal de fraqueza. Os russos somos fortes e confiantes.

Minha opinião é que estamos assistindo a um grande evento de “dizer o que tem de ser dito”. Por inúmeras razões, Putin e o Ministro de Relações Exteriores Lavrov haviam decidido não falar nesses termos, antes, por vários meses. Aos poucos, vimos crescer e começar a manifestar-se uma forte impressão de profundo desgosto, de irritação profunda, de base, entre os russos. No discurso à Assembleia, afinal tudo isso foi trazido à tona.

Já é dolorosamente claro que a Rússia vê os EUA como ator desagradável, arrogante, fátuo, que a Rússia pode deter; e que a Rússia vê os governos no poder na União Europeia como colônias sem voz. Igualmente claro é que os russos estão fartos de tentar argumentar com “os ocidentais”, de tentar trazê-los à razão. Os norte-americanos são tolos e arrogantes demais; os europeus excessivamente sem vergonha ou espinha dorsal.

Diferente dos norte-americanos, os russos sempre falam com seus inimigos, e alguma forma de “conversa” com o ocidente continuará. Mas é completamente óbvio que o Kremlin abandonou qualquer esperança de alcançar alguma coisa mediante qualquer tipo de diálogo. Doravante, a Rússia dependerá, quase exclusivamente, de ações unilaterais. E dado que os russos nunca ameaçam, essas ações virão sempre com choque e surpresa para as plutocracias ocidentais.

Já disse e escrevi mil vezes: o Império Anglo-sionista declarou guerra real contra a Rússia– guerra na qual as forças militares são menos importantes que a guerra informacional, mas que nem por isso é guerra menos real. O que o Império talvez não perceba é que essa não será guerra curta: será guerra longa. E enquanto o Império já usou praticamente todas as suas armas, os russos apenas iniciaram suas operações defensivas. Será guerra longa e só terminará quando um dos lados quebrar, em colapso.

Em março desse ano escrevi um postado intitulado Obama piorou muito as coisas na Ucrânia – agora a Rússia está pronta para a guerraA Rússia não queria guerra, a guerra lhe foi imposta, num momento em que a Rússia não estava pronta. Pois hoje Putin disse ao mundo que a Rússia não se submeterá, que aceita o desafio e que vencerá.

http://noticia-final.blogspot.com.br/2014/12/desgostosa-e-decepcionada-russia.html

sábado, 29 de novembro de 2014

Francisco pede para a Turquia colaborar para a paz


Dirigindo-se ao presidente da República turca, o Papa sublinhou a necessidade urgente de "banir todas as formas de fundamentalismo e de terrorismo, que gravemente humilham a dignidade de todas as pessoas e instrumentaliza a religião".
Ao "fanatismo", ao "fundamentalismo" e às "fobias irracionais" deve-se contrapor a “solidariedade de todos os crentes” tendo como pilares “o respeito pela vida humana, pela liberdade religiosa, que é liberdade do culto e liberdade de viver de acordo com a ética religiosa, o esforço para garantir a todos o necessário para uma vida digna, e o cuidado do ambiente natural”.
http://www.zenit.org/pt/articles/francisco-pede-para-a-turquia-colaborar-para-a-paz

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

GOLPE, MODELO E DÍVIDA

(...) 11. Desavisados moralistas exultam com essa suposta demonstração de que as instituições do País estejam combatendo eficientemente a corrupção. O PT louva a presidenta por ter sancionado nova lei, que permite agir também contra os corruptores.
12. O povo ilude-se e acredita que seja isso mesmo que está em causa. Desconhece a natureza do jogo prevalecente nas altas esferas do poder, notadamente as do poder mundial. Para isso concorre o tsunami de ignorância gerado pelos investimentos que nela faz a oligarquia concentradora transnacional, há um século.
13. A mega-corrupção exercida por essa oligarquia coopta colaboradores em todas as estruturas econômicas e institucionais e, ironicamente, usa, a seu serviço, a corrupção derivada, a de menor porte, aumentada inclusive em decorrência do investimento na anticultura e na destruição dos valores éticos.
14. É essa, a derivada, a que aparece, quando sua exposição serve aos objetivos da estratégia imperial, produzindo grande comoção em amplos segmentos da população e desviando o foco dos reais problemas e de suas fontes geradoras.
15. Sem acesso às informações sobre como a oligarquia financeira envolve os poderes constituídos do Estado, infiltrados por seus interesses, o povo concentra seu ódio sobre os corruptos expostos pela corruptíssima grande mídia. Deveria desconfiar de que, se são expostos, é porque são os que estão causando menor dano ao País.
16. Por que as grandes empreiteiras estão sob o fogo da repressão? Elas constituem o principal núcleo de poder econômico no País que ainda não foi controlado pelo capital estrangeiro. São exportadoras de serviços, ocupam pessoal qualificado e se tornaram conglomerados que investem até mesmo em tecnologia de uso militar.
17. Ademais, o escândalo que domina as atenções envolve também a principal estatal do País, ou seja, uma das poucas empresas gigantes sob controle nacional, apesar de infiltrada por quadros ligados às transnacionais do setor e a bancos da oligarquia financeira angloamericana.

A perseguição de cristãos na Síria

O jornalista de guerra Gian Micalessin conta o que viu nos territórios controlados pela milícia do Califado e analisa a atitude da Europa em relação à perseguição de cristãos

Os cristãos tinham então advertido a Europa, explicando que era melhor estar do lado de um regime que teria garantido a convivência entre as várias comunidades, em vez de apoiar estes assassinos. A ideia dos cristãos sírios é que diante destes alarmes a Europa ficou cega e surda. (...)

A atitude, no mínimo ambígua, da Turquia é uma constante desde o início do conflito. Não nos esqueçamos que os grupos jihadistas - incluindo Isis - encontraram hospitalidade e acolhida no território turco. É a partir das fronteiras turcas que, como demonstram os documentos que me mostraram militares curdos, grande parte dos combatentes estrangeiros passam para se alistar nas fileiras do Isis. (...)

Os cenários futuros são extremamente negros porque existem diferentes tonalidades de jihadismo, mas nenhum deles é moderado: vai do jihadismo apoiado pela Arábia Saudita e implementado pelo ISIS a um regime como o da Síria, que, para poder resistir teve que se aliar sempre mais com o Irã assumindo uma posição linha-dura.

http://www.zenit.org/pt/articles/os-olhos-da-guerra-diante-dos-horrores-do-isis

Segunda República - 26-Nov-2014 - INTERNACIONAL

< especialmente vejam em 21:32 - Putin o que pensa e diz  >  


"Podemos ver como muchos de los países euroatlánticos rechazan realmente sus raíces, incluso los valores cristianos que constituyen los fundamentos de la civilización occidental. Niegan los principios morales y todas las identidades tradicionales: la identidad nacional, cultural, religiosa, y hasta sexual. Están implementando políticas para equiparar a la Familia con las uniones homosexuales, la fe en Dios con la creencia en Satan.
La gente de muchos países europeos se avergüenzan de hablar acerca de sus creencias religiosas. Las fiestas religiosas son abolidas o cambian sus nombres para esconder su esencia cristiana, sus principios morales. Y muchos agresivamente buscan exportar ese modelo a todo el mundo. Estoy convencido que esto conlleva directamente a la degradación y el primitivismo, resultando en una profunda crisis moral y demográfica".   Vladimir Putin   http://spanish.larouchepac.com/node/20388


(00:48) EEUU: DISCRIMINACION CRIMINAL CONTRA LOS NEGROS. ¿SE VIENE UNA REVOLUCION EN EEUU?
(07:20) DRAMA DEL MUNDO: Unos POCOS acaparan cada vez más y el RESTO tiene mcada vez menos. ¿Quiénes son?
(09:35) LAS EXPLICACIONES "TECNICAS" DEL FMI... REVUELOS FINANCIEROS POR DOQUIER...
(18:00) SE VIENE LA GUERRA MUNDIAL: El proximo presidente de EEUU será Hilary Clinton o Jeb Bush...
(20:00) PRENSA LOCAL DESCEREBRADA: Ni siquiera puede explicar un conflicto entre Rusia y Alemania sin recurrir al cerebro estadounidense. 
(21:32) VLADIMIR PUTIN: Lo que realmente piensa y dice...
(25:45) LA VERDAD SOBRE IRAN: EEUU e Israel vuelven a la carga con amenazas militares contra Irán: será un guerra mundial...
(33:30) ALIANZA EEUU, ISRAEL Y ARABIA SAUDITA para atacar a Irán....
(35:50) ISRAEL ECHA AL MINISTRO DE DEFENSA DE EEUU...
(37:30) ISRAEL ATACARÁ A IRÁN: El PSR lo viene diciendo desde 2006 (por eso la DAIA nos acusó de "virulentos antisemitas"!!)
(40:19) ISRAEL: ESTADO RACISTA FUNDAMENTALISTA.... ¿Y, Jorge Knoblivitz de la DAIA: No vas a fundar un INADI en Israel??